"Há setecentos anos, Frederico II, imperador do Sacro Império Romano Germânico, efetuou uma experiência para determinar que língua as crianças falariam quando crescessem, se jamais tivessem ouvido alguém falar(...). Deu instrução às amas e mães adotivas para que alimentassem as crianças e lhes dessem banho, mas que sob hipótese nenhuma falassem com elas ou perto delas. O experimento fracassou, porque todas as crianças morreram."(Paul B. Horton e Chester L. Hunt. Sociologia. São Paulo, McGraw-Hill do Brasil, 1980. p.77.)
Essa é apenas uma das histórias que provam que o ser humano necessita, desde o seu nascimento, comunicar-se com outros para que possa se desenvolver, outros acontecidos que comprovam isso são os casos das meninas lobas indianas e do menino de Aveyron.Portanto, Aristóteles ao afirmar que o "homem é um animal político" estava coberto de razão. O ser humano nunca pôde se comunicar tão facilmente como hodiernamente,porém nem sempre isso tem sido benéfico. Os resultados de nossa convivência grande parte das vezes parece longe da racionalidade humana.
Já vi muitas pessoas dizerem que os excessos são vícios e que os extremos são burros, se elas estavam certas não sei,apesar de em parte concordar com elas. E é aí que quero chegar: até que ponto a socialização deve chegar para que não atinja um extremo e impeça que vivamos, ainda que durante um breve instante, conosco mesmo, ou como preferem "um tempo para mim"?Como evitar relações maléficas(como àquelas que levam à manipulação,por exemplo) sem que os homens deixem de conviver entre si, relações onde o fanatismo chega a ser tal que passamos a ser marionetes,não convivendo com outrem,mas servindo-os como meros robôs?
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
A busca de mim mesmo.

Hoje mais um blog foi criado. Certamente isso não é uma grande novidade, afinal há tantos pela Internet, sobre os mais diversos assuntos, com as mais diferentes imagens e vídeos tão interessantes. Meu objetivo principal com este aqui não é me expressar para o mundo, mas para mim mesmo. Um lugar onde talvez eu tenha uma privacidade que o mundo não me oferece mais, uma liberdade que nunca eu tenha almejado antes, um sanitário para que eu vomite as minhas palavras inúteis, muitas vezes burras, porém que algum ia criem algum sentido.
O que escrever?O que divulgar?Meus pensamentos?Poemas e poesias?Ensaios?Crônicas?Histórinhas?Minhas viagens?Ou ainda casos de minha insignificante vida?Nada disso...tudo isso...como o próprio nome desse local diz...um falatório...questionamentos...falatório pois é a unica coisa que poderei garantir aqui,coisas muitas vezes sem fundamento,idéias absurdas e os questionamentos têm uma grande probabilidade de serem minhas dúvidas sobre os assuntos que falarei aleatoriamente aqui. Se espero uma resposta?Sim!Ela chegará?provavelmente não.Todavia meu maior objetivo terá sido alcançado:conversar comigo,ter um tempo meu para mim mesmo. Caso queira fazer parte desses instantes, sinta-se a vontade e ajude-me a me encontrar e quem sabe nessas poucas palavras que possamos trocar algo novo sobre você não surja também!?
O que escrever?O que divulgar?Meus pensamentos?Poemas e poesias?Ensaios?Crônicas?Histórinhas?Minhas viagens?Ou ainda casos de minha insignificante vida?Nada disso...tudo isso...como o próprio nome desse local diz...um falatório...questionamentos...falatório pois é a unica coisa que poderei garantir aqui,coisas muitas vezes sem fundamento,idéias absurdas e os questionamentos têm uma grande probabilidade de serem minhas dúvidas sobre os assuntos que falarei aleatoriamente aqui. Se espero uma resposta?Sim!Ela chegará?provavelmente não.Todavia meu maior objetivo terá sido alcançado:conversar comigo,ter um tempo meu para mim mesmo. Caso queira fazer parte desses instantes, sinta-se a vontade e ajude-me a me encontrar e quem sabe nessas poucas palavras que possamos trocar algo novo sobre você não surja também!?
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